5º PubhD Évora: Biologia | História e Filosofia da Ciência | Ecologia Aquática

Évora recebe o 5º PubhD e esperamos mais uma noite de sala cheia e muita conversa sobre ciência. Será no dia 17 de Novembro, às 21 horas, no Horas Incertas Bar (Rua Serpa Pinto, 141). Os estudantes Pedro Salgueiro, Quintino Lopes e Cátia Pereira aceitaram o desafio e trazem para a conversa os seus temas de investigação. Juntos terão meia hora para apresentar os seus projectos de doutoramento e submeter-se a uma hora de conversa com o público.

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É possível tornar a exploração dos recursos naturais mais sustentável?

Num mundo cada vez mais humanizado, os conflitos entre a exploração dos recursos naturais e a conservação da biodiversidade são cada vez mais frequentes. As alterações nos usos do solo, por exemplo, provocam muitas vezes a perda de habitat, com impactes na comunidade de organismos que dele dependem. Quais as consequências destas alterações sobre os organismos? Como podemos mitigar estes efeitos? Será possível encontrar formas de tornar a exploração de recursos mais sustentável?

Pedro Salgueiro é doutorando em Biologia pela Universidade de Évora e explora estas questões usando como exemplo as comunidades de aves.

Qual o papel do Estado Novo na ciência portuguesa?

Acreditas que Portugal teve cientistas que trabalharam com a Marie Curie? Que publicaram livros em colecções onde também publicou Einstein? E que teve laboratórios onde se especializaram investigadores da Universidade de Harvard (EUA)?

Quintino Lopes é doutorando em História e Filosofia da Ciência na Universidade de Évora e vem nos falar sobre esse Portugal que existiu nos anos 30 do século XX e do papel do Estado (Novo) nessa realidade.

Como as alterações climáticas influenciam a interacção entre organismos aquáticos?

O estudo das redes tróficas tem como principal desafio a capacidade de recolher dados sobre as interacções dos organismos, limitada pela nossa habilidade de observar tudo o que acontece entre os diferentes níveis tróficos. No entanto, a recolha de ADN de amostras ambientais (eDNA) permite determinar a presença de espécies, mesmo que com baixas abundâncias, e identificar de forma mais precisa todos os componentes da comunidade.

Cátia Pereira é doutoranda da Universidade de Copenhaga e está a utilizar um sistema de charcas artificiais para optimizar a abordagem de eDNA para a reconstrução de redes tróficas aquáticas e medir as respostas destas redes às alterações climáticas, através da simulação de aquecimento, cheias e seca.

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